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sábado, abril 27, 2013

Lançamento exclusivo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



“Povos indígenas do Brasil”.





O poeta trás em verso
Os Povos Indígenas do Brasil,
Comemorando o seu dia
Em dezenove de abril,
São muitos para citar
Pra você ler e guardar
Neste solo varonil.

Começo com Aicanãs
Trago os Ajurus também,
Amanaiés e Aparai
Pois Apiacás logo vem,
Apurinã vou trazer
Arapaso pra tu ler
E de Arara falo bem.   01.
Trago Aruás, trago Campas
Trago Araras-do-aripuanã,
Assurinis-do-tocantins
Que lembrei esta manhã,
Assurinis-do-xingu
Avás-canoeiros pra tu
E Guajás que sou fã.

Vem Auetis e Bacairis
Barasanas e Barás,
Vem Baroros e Baré
Chamacocos e tem mais,
Chiquitanos pode crer
Cinta-largas com prazer
E Denis buscando Paz.

Trago Desanos do Amazonas
E vem Enáuerês-nauês,
Fulmiôs e Gavião Mondê
E Guajararas pra vocês,
Vem Paracatejê-gavião
 Tem o Pucobié-gavião
São difíceis, mas se fez.  02.
Em seguida Guaranis
Hupda e Ingarikó,
Ikpeng e Guatós
Que nunca estavam só,
Jarauaras e Jamamadis
Jumas, Javaés e Jiahuis
Que casavam até socó.

Vem Kaapor e Jubutis
Com Caiabis e Carajá,
Caingangues e Caixanas
Kaxarari e Kaxinawá,
Calapalos na floresta
Camaiurás como presta
E Kulina Madihá.

Cambebas e Cambiuás
Apaniecras-canelas e Canamaris,
Ranconcamecras-canelas
Caritianas e Cariris,
Canindés e Canoês
Katxuyana se fez
Como Caiapós e Quiriris.  03.
Vem Karipuna e Karapotó
Karuazu e Karapanã,
Vem Caripunas-do-Amapá
Que da mata eram fã,
Cariris-xocós e Katukina
Araras-caros com sina
Pankaru e Parakanã.

Cocamas, Korubo e Craós
Crenaques e Kaxixó,
Kuikuro e Kubeo
Culinas-pano sempre só,
Kuripako e Cricatis
Meinacos, Miranha e Matis
Patamona e Pataxó.

Vem Curuaias e Kwazá
Piratapuias e Pirarrãs,
Poianauas e Potiguaras
Sateré-Mawé e Pipipãs,
Nambiguaras e Nauquás
Macurap e Suiás
E Makuna que tem fãs.   04.
Tem Maxacalis e Macuxis
Matipus e Ofaiés,
Miritis-tapuias e Muras
Pankararu e Pancararés,
Parintintins e Parecis
Ricbactos e Pitaguaris
Tapaiúnas e Tapirapés.

Tem Mundurucus e Nukini
Sakurabiat e Seaurás,
Oro-uins e Paiter
Palicures e Torás,
Shanenawa e Suruis
Terenas e Tuparis
Xakriabás e Xambioás.

Tabajaras e Tapuias
Ticunas e Tiriós,
Tsunhuns-djapás
E Tetás não ficavam sós,
Iecuanas e Iaualapitis
Yaminawa e Ianomâmis
No mato que nem socós.   05.
Tucanos e Tumbalalá
Trumai nesse matagal,
Tarianas e Truká
Caiapós-xinins nome legal,
Umutinas e Uapixanas
Uarequenas e Uaianas
Habitantes do solo nacional.

Tupiniquins e Tuiúcas
Tupinambás no Brasil,
Uaimiris-atroaris e Uassus
Xavantes a mais de mil,
Xipaias e Xukuru
Que relembro para tu
E Jurunas que se viu.

Xukuru Kariri são povos
Também índios da floresta,
Zoés, Zoró, Suruuarrés
Que pra rima pouco presta,
São indígenas com razão
Habitantes dessa nação
E isso ninguém contesta.   06.
Não esquecendo Tupi
Potiguar pra se escrever,
Guaraira e Paiguá
No Nordeste podem crer,
São indígenas do Brasil
Desse clima varonil
Relembrados com prazer.

Indígenas como Jundiá
Que cito nesse cordel,
Talvez esqueci de alguns
Pra registrar em papel,
Povos indígenas da floresta
Pintados ou não na testa
Pra todos tiro o chapéu.

Eu citei quase duzentos
Nessa minha narração,
Em dezenove de abril
Em sua comemoração,
Pra rimar foi complicado
Desculpem algo errado
Faz parte da profissão.  07.
Índios que tiveram terra
Pra alimentos cultivar,
Índios que tiveram água
Com certeza pra pescar,
Plantavam para comer
Pescavam pra sobreviver
Mais sabiam preservar.

Quase todos se acabaram
Hoje é a realidade,
Invadiram suas terras
Por pura perversidade,
Falta peixe pra pescar
Falta terra pra cultivar
Culpa da sociedade.

E em cordel fica a lembrança
E também a indignação,
De um poeta matuto
Que defende esta Nação,
Que suas poesias são tantas
Com a marca Flávio Dantas
O Poeta do Povão.  08.
Flávio Dantas/  O Poeta do Povão
Jaçanã-RN
Blog:flaviodantasrn.blogspot.com
Tel:(84)  8841.9854 (84) 9643.9682
          O poeta nasceu na cidade de Campina Grande-PB, em 09/10/63,sendo filho de Edmundo Dantas e de Severina Medeiros, é casado com Lucicléa e tem um filho chamado Arthur.
          Sempre gostou de escrever em forma de poesias, mas, só a partir de 2002 é que começou a guardar seus trabalhos, ultrapassando hoje, mil e duzentos escritos. Esse é o de nº 389 impresso em cordel.
          Caro leitor, esse cordel descreve os nomes em Português dos povos indígenas do Brasil ao longo do tempo.
Apoio:
Casa do Cordel
Rua Severina Medeiros, 63
Centro
Jaçanã – RN       CEP: 59.225-000
“Povos indígenas do Brasil”.
Coleção Própria  /  Cordel    389
Autor: Flávio Dantas
O Poeta do Povão
Nova Floresta – PB /  19/04/2013.
Obrigado meu DEUS pelo Dom vida









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