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domingo, junho 02, 2013

Lançamento 2009!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



“A Revolta
Dos Cocôis”.



No mundo da modernagem
E da reinvidicação,
Todo mundo quer direitos
Em tudo quer ter razão,
E nisso toda revolta
Vira logo atração.

E a grande novidade
Que acabou de estourar,
É a Revolta dos Cocôis
Na certa em todo lugar
Registrada nesse verso
Do poeta popular.   01.

Nesse verso eu apresento
Em forma de narração,
Todos tipos de cocôis
Metidos na confusão,
É claro são resultado
Na certa de Cú Cagão.

A revolta começou
Num banheiro escolar,
Não me disseram a cidade
Muito menos o lugar,
E os tipos de Cocôis
Eu agora vou falar.

Chegou o Cocô Amoroso
Apegado até demais,
Foram várias as descargas
Procurando cheiro e paz,
Mais de perto eu garanto
Que não quis sair jamais.  02.



E entra o Cocô AVC
Que requer forças pra sair,
È tanta força botada
Que só falta explodir,
O cagão pensa ser derrame
Na certa o que ta por vir.

Também tava ali presente
O famoso explosão,
È aquele Cocô Bomba
Com respingos de montão,
Cobrindo todo o vaso
Com aquele fedorzão.

A catinga aumentava
Com um fedor infernal,
Quando chegou aquele em bloco
Era Cocô Carnaval,
Aumentando a confusão
O que já era normal.  03.

Entrou o Cocô Cadáver
Que parece mais o cão,
Aquele que com certeza
No vaso se encontra então,
Naquele dia seguinte
Já em decomposição.

E chega aquele difícil
Daquele vaso limpar,
È o tal Cocô Chicle
Presente em todo lugar,
Resistente a limpeza
E persiste prá lascar.

Mais quando a coisa esquentava
Aumentando a confusão,
Não é que chega um danado
Já virando atração,
Chamando Cocô Espiga
O rasgador de cuzão.    04.


O danado sai rasgando
Na certa fica doendo ,
Tirando lágrimas de sangue,
Deixando o corpo enfraquecendo,
E também rasga as pregas
Deixando o dono sofrendo.

Chega também o Cocô Falso
O metido a bacana,
Você pensa que ele não vem
De repente ele te engana,
Imagine se ele cisma
De virar um Cú de Cana.

A noite escurecia
E o Cocô Fantasma chegou
Sua marca no papel
Na certa ele deixou,
Nem um vestígio no vaso
O seu dono encontrou.    05.

Já tava o Cocô Fettucini
Que em tiras quis sair,
Não sei se na confusão
Os outros quis confundi,
Mas o clima no momento
Não sei se era de rir.

Tão vistoso e perfeito
Chegou aquele saudável,
Dá pena mandar embora
Porque ele é tão amável,
Eu falo do Cocô Filho
De um formato formidável.

E pula o Cocô Ioiô
Que dá trabalho de sair,
Tu relaxa e ele volta
Parencendo um guri,
Êita Cocô atrevido
Que eu pude conferir.    06.


Aparece o Cocô Lixo
Que tem o odor fatal,
Interdita os banheiros
Pra ele isso é normal,
É grande destruidor
Mais parece um animal.

O Cocô Parto no recinto
Na hora chega também,
Pra sair só muita força
Demora horas como ninguém,
Ele é muito arrochado
E ainda quer parabéns.

Tem aquele que se nota
Que deixou algum pra trás,
Depois que terminou o processo
Ele pede pros demais,
Que aguarde mais um pouco
É o Cocô Quero-mais.   07.

Voando chega o Cocô Super
Entrando na confusão,
Aparece prontamente
Marrom ou amarelão,
Mesmo antes de chamá-lo
Já está de prontidão.

Agora o Cocô Torpedo
Tão grande e avassalador,
Faz estrago na saída
Já é grande o fedor,
Congestiona o vaso
Que pra ele é um amor.

Já dentro o Cocô Teimoso
Que se recusa a sair,
Por mais que você se esforce
O danado não quer ir,
E não tem Cabra Cagão
Que impeça dele vir.      08.


Eu não sei se já é noite
Se é tarde ou dimanhã,
Pois chega um pendurado
Balançando pro seu fã,
Não pensa em ir embora
É o tal Cocô Tarzan.

A revolta continua
Muito Cagão à sofrer,
E não é que aparece
Tentando nos convencer,
Aquele que quer ser moda
Um tal de Cocô PT.

Esse tal Cocô PT
É craque em corrupção,
No país se espalhou
Parecendo maldição,
Não tem vaso que aquente
A falta de punição.            09.

Chega o Cocô Cocaína
Que seu dono quer cheirar,
Seus usuários são ricos
Fazendo o tráfico aumentar,
Hoje tem em todo canto
Confira quem duvidar.

Lá estava o Cocô Político
No ano de eleição,
Seus projetos, uma merda
Pois só tem enganação,
Em todo canto esse cocô
Já deixou corrupção.

Na revolta com certeza
Ainda iam chegar,
Centenas de outros cocôis
Por aí a se espalhar,
Mas a catinga era tanta
Que não pude suportar.    10.


E você meu caro amigo
Se por acaso escolheu,
Qualquer tipo de Cocô
Que no verso conheceu,
Pode levar pra você
E aproveite o que aprendeu.

Esse verso de humor
Foi escrito de coração,
Por esse poeta amigo
Que transpira inspiração,
E se assina por Flávio Dantas
O Poeta do povão.           11.



Flávio Dantas
O Poeta do Povão
Jaçanã-RN
Email: flaviodantas35@yahoo.com

          O poeta nasceu na cidade de Campina Grande-PB, em 09/10/63,sendo filho de Edmundo Dantas e de Severina Medeiros, é casado com Lucicléa e tem um filho chamado Arthur.
          Sempre gostou de escrever em forma de poesias, mas, só a partir de 2002 é que começou a guardar seus trabalhos, ultrapassando hoje, mil escritos. Esse é o 134º impresso em cordel.
          Esse é mais um cordel de humor, baseado num texto que tirei da internet, com autor desconhecido. Escrevi em 10/06/2006, e só agora está sendo passado pro cordel.Fala dos tipos de cocôis que tem por esse mundão afora.

“A Revolta
dos Cocôis”.


Coleção  Própria
Cordel    134
Jaçanã-RN  =  08/10/09.
Autor:  Flávio Dantas
O Poeta do povão.

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