O índio e a camisinha
Me contaram que um índio
Já quase civilizado,
Ia muito pra cidade
Sempre despreocupado,
Era freguês da farmácia
Que tinha nesse arruado.
Comprador de camisinha
Esse índio era freguês,
Não faltava um só sábado
Durante todo o mês,
Em seguida veja só
O que foi que ele fez.
Da farmácia me disseram
Que ele desapareceu,
Nem desculpa a balconista
Nesse período ele deu,
Mas ela foi atrás dele
E veja o que se “assucedeu”.
Dona moça da cidade
Que aqui me procurou,
Não compro mais camisinha
Pois ela não agüentou,
Índio forte, camisinha fraca
Índio gozou, “cunhão” estourou.
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