“Nordeste de Povo
Forte, e de Inverno Irregular”.
Eu
aprendi desde cedo
Já no
tempo de menino,
Que
existe muita seca
No
Semiárido nordestino,
Com a
seca vem sofrimento
Com a
chuva vem alimento
São
coisas desse destino.
01.
Sabemos
da importância
Da água
pros animais,
Pros
homens e para plantas
E com
certeza demais,
Chuva é
sinônimo de vida
Muitas
vezes esquecida
Por
órgãos governamentais.
Quando
chove no Nordeste
E corre
água no chão,
Nosso
povo lavra a terra
E cuida
da plantação,
Fica
verde a pastagem
Enche
açude, rio, barragem
Tudo
tem renovação.
02.
Agora
se faltar chuva
E a
poeira cobrir o pé,
Nosso
povo nordestino
Conserva
a sua fé,
A
esperança lhe conduz
Nuvem
no Céu é a luz
E pede
chuvas a São José.
Uma
seca no Nordeste
É muito
triste de ver,
Falta
água, falta pasto
Muito
animal à morrer,
Aumenta
o êxodo rural
Com uma
tristeza é geral
É muita
gente à sofrer.
03.
O
nordestino espera a chuva
Nunca
perde a esperança,
Pois
bons anos de inverno
Ele
guarda na lembrança,
Roga ao
Céu à orar
Pede um
inverno regular
Faz
isso desde criança.
Nosso
povo nordestino
Sofre
na paisagem do Sertão,
Não
estão pedindo Copa
Só
querem chuva neste chão,
Essas
secas já são tantas
Diz o
sertanejo Flávio Dantas
O Poeta
do Povão.
04.
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