Não tem peixe, nem anzol
Certo dia, Luis Doido
Nas ruas de Jaçanã,
Tava sentado numa pedra
Desde o inicio da manhã,
Ao lado de uma poça de água
E não matava arribaçã.
Por que a intenção dele
Na hora era pescar,
Segurando um pendão
Alertando a quem passar,
Aumentava a curiosidade
Em todos desse lugar.
Um cabra criou coragem
A seu Luis perguntou,
O que é que faz aqui
Se nenhum peixe fisgou,
E seu Luis para ele
Os olhos arregalou.
Tu que ficou “arrudiando”
Parecendo um caracol,
Não pense que eu sou doido
Que me queimei nesse sol,
Só tava me bronzeando
Pois estou com vara sem anzol.
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