Eu tava na peneira, eu tava peneirando
Quando
falo de peneira
Lembro
casa de farinha,
Recordo
alguém peneirando
Lembro da
goma branquinha,
Transformando
a mandioca
E não é
mentira minha.
Mandioca
no roçado
A semente
é um cambão,
Transportada
em “caçoá”
Charrete
ou carro de mão,
Na casa a
mulher espera
Trazendo
a faca na mão.
Na casa
tem raspadeira
E um
homem pra moer,
Um forte pra
imprensar
Pra
manipoeira escorrer,
Alguém
peneirando a massa
Pra no
forno alguém mexer.
Nossas
casas de farinha
Muitas na
recordação,
Casas com
até namoro
Fazendo
até união,
Tendo até
esse poeta
Numa
delas na região.
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